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PRINCÍPIO DE AUTORIDADE

PRINCÍPIO DE AUTORIDADE

Uma Análise bíblica sobre Lealdade e Deslealdade no exercício do Ministério

 INTRODUÇÃO

          A Bíblia Sagrada apresenta-nos princípios dos quais Deus não abre mão. Estes mesmos princípios fundamentam, regem e garantem o futuro da vida espiritual daqueles que servem a Deus.

Dentre muitos outros princípios bíblicos, somos orientados sobre como devemos nos comportar em relação àqueles que foram estabelecidos por Deus como líderes espirituais. É comum em nossos dias lermos textos e ouvirmos exposições sobre Lealdade e Deslealdade, e diante disso é preciso que se diga duas verdades: por um lado é extremamente válido, principalmente porque este tema nos faz lembrar de nossa posição e nos leva a respeitarmos limites estabelecidos pelo próprio Deus; por outro lado, é indispensável que seja feita uma análise fundamentalmente bíblica e não meramente humana ou psicológica, a fim de buscar a causa de problemas que surgem na relação entre líderes e liderados, e não somente os efeitos por ela produzidos.

Com base nisso, faremos uma análise objetiva, clara e bíblica sobre o verdadeiro significado dos termos Lealdade e Deslealdade e suas implicações ministeriais. Contudo, esta análise será feita à partir do ponto de vista do princípio de autoridade, tendo Deus como fonte, e por sua escolha desenvolvendo-se  e manifestando-se entre os homens.

LEAL OU DESLEAL?

          Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti: que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste.

Jesus (Jo 17.21)

         Procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz. Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação; um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos, o qual é sobre todos, e por todos e em todos vós.

Paulo (Ef 4.3-6)

         Nesta primeira parte avaliaremos os dois lados sobre Lealdade e Deslealdade. Caminharemos no sentido de verificarmos principalmente a forma com que a fidelidade e a infidelidade pode influenciar o exercício ministerial, refletindo assim no andamento da igreja e também na forma que isso pode contribuir na sua influência diante do mundo.

Observaremos ainda como a Lealdade e a Deslealdade podem vir a ser conhecidas, isto é, os meios pelos quais ambas podem vir a se manifestar e os seus respectivos impactos.

Uma triste realidade

Nada é mais trágico do que uma igreja dividida!

Esta tragédia não reflete negativamente apenas ao círculo dos crentes em si, mas também – e principalmente – diante do mundo, e isso por duas razões básicas: 1) desagrada a Deus; 2) impede do mundo reconhecer Cristo como o enviado de Deus.

O crescimento da igreja não está nas mãos de homens e nem tampouco em métodos humanos; pelo contrário, de acordo com as palavras de Paulo, quem dá crescimento a ela é Deus (I Co 3.6), e este crescimento depende diretamente da ação do Espírito Santo em convencer o pecador de seu estado diante de Deus (Jo 16.8). Portanto, o desenvolvimento da igreja na terra depende diretamente de Deus agindo por meio dela em direção ao mundo, e por isso, de certa forma, sua divisão compromete esta obra, uma vez que entristece a Deus e causa escândalo aos de fora.

A esta altura é preciso saber que a igreja sempre estará aquém do púlpito, isto é, o seu nível espiritual é determinado pelos obreiros que a lideram. Sendo assim, a unidade da igreja depende diretamente da forma com que os obreiros lidam com o tema da fidelidade a Deus e às autoridades espirituais estabelecidas por Deus. Isso quer dizer que, em certo nível, a unidade da igreja depende dos seus obreiros, tanto em trabalhar nesse sentido como em servir de exemplo aos fiéis.

Quando o assunto é qualificações ministeriais, a Bíblia é exigente e o crivo é seleto e apertado. Sem dúvida, as exigências ministeriais expostas por Paulo em suas cartas a Timóteo e Tito sinalizam para uma série de condições que, dentre outras funções, separa entre os verdadeiramente chamados por Deus dos que apenas se auto nomeiam obreiros (I Tm 3.1-16; Tt 1.5-16).

Paulo ainda exorta a igreja que estava em Corinto, dizendo: “Além disso, requer-se dos despenseiros que cada um se ache fiel”. (I Co 4.2)

A fidelidade é fundamental a um líder/obreiro, principalmente porque este é um dos atributos comunicáveis de Deus, e como bem sabemos, aquele que exerce função eclesiástica (oficial ou não), deve servir de exemplo aos fiéis, inclusive no que diz respeito à fidelidade.

Fidelidade posta à prova

          Lealdade é uma daquelas coisas que sua realidade é demonstrada principalmente por meio de reações, ou ainda, ela não é provada por palavras, mas por meio de atitudes e obras que a caracterizam. Portanto, é importante observar que a Bíblia registra o fato que a fidelidade se desenvolve e se manifesta em ambientes específicos, e por isso passaremos a avaliar esta importante parte.

Do ponto de vista bíblico, a fidelidade é posta à prova em dois aspectos básicos: ambiente favorável e ambiente desfavorável.

Ambiente Favorável

          Há uma ideia equivocada de que o maior teste do crente se dá em tempo de escassez ou de dificuldades; contudo, de acordo com a Palavra de Deus, a fidelidade de alguém é colocada à prova em todos os instantes, inclusive em tempos favoráveis. Observemos o que Paulo diz em Filipenses 4.11-13:

Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece.

Nas palavras de Paulo existe também o conceito de que, para o cristão saber lidar com situações favoráveis e desfavoráveis, é preciso que ele possua estrutura, a fim de que, em uma situação ou outra, o nome do Senhor seja glorificado, nas ações deste crente, mas principalmente em suas reações. Tendo em vista a ampliação desta ideia, leiamos as palavras do mesmo apóstolo Paulo em Romanos 8.37-39:

Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.

Nos versículos anteriores a estes o apóstolo Paulo apontou para situações negativas e de adversidades agudas como incapazes de separar alguém do amor de Deus, mas nestes versos ele aponta para situações mais positivas e favoráveis também como insuficientes para  anular este amor. Portanto, é possível perceber que na concepção de Paulo, situações favoráveis e desfavoráveis são igualmente meios de prova à fidelidade de alguém a Deus e à sua liderança também.

Geralmente, a fidelidade de alguém é testada em oportunidades irresistíveis e únicas. É preciso muita atenção às oportunidades que surgem, pois quase que em todos os casos, os grandes erros ocorrem em situações semelhantes a estas.

Minha fidelidade a Deus e à liderança estabelecida sobre mim, sempre será testada em terrenos aparentemente banhados das “bênçãos” de Deus. Em situações como estas o que deve prevalecer é a valorização dos princípios internos e bíblicos, considerando sempre o todo e não somente a parte, isto é, considerando o propósito, e não apenas aquele momento.

 Usando o exemplo dos discípulos que, de acordo com as palavras do próprio Jesus, foram leais a Ele no pior momento de sua vida (Lc 22.28,29), o pastor Dag Mills afirma: “a lealdade é mais apreciada nos momentos críticos. Nos bons momentos, todos parecem leais”.

Ambiente Desfavorável

          Uma outra forma que a lealdade é testada se dá em tempos de crise, de escassez, de dúvidas e descrédito. Até onde vão nossas raízes? Estamos bem firmados em nossas convicções e resoluções? Somos de fato fiéis a Deus e aos nossos líderes espirituais?

Perguntas como estas só poderão ser verdadeiramente respondidas em tempos difíceis e áridos. Como base para isso, tomaremos mais uma vez o apóstolo Paulo como exemplo, em suas palavras em II Timóteo 4.9-16:

Procura vir ter comigo depressa, porque Demas me desamparou, amando o presente século, e foi para Tessalônica, Crescente para a Galácia, Tito para a Dalmácia. Só Lucas está comigo. Toma Marcos, e traze-o contigo, porque me é útilo para o ministério. Também enviei Tíquico a Éfeso. Quando vieres, traze a capa que deixei Trôade, em casa de Carpo, e os livros, principalmente os pergaminhos. Alexandre, o latoeiro, causou-me muitos males; o Senhor lhe pague segundo as suas obras. Tu, guarda-te também dele, porque resistiu muito às nossas palavras. Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam. Que isso lhe seja imputado.

Quando escreveu estas palavras, Paulo estava preso e consciente de que não sairia dali com vida, pois viria a ser decapitado, tornando-se um mártir. Do ponto de vista humano e sob uma análise dos padrões desta terra, o apóstolo dos gentios encontrava-se em posição de fraqueza e vergonha, e como bem sabemos, um ambiente assim é totalmente propício para a manifestação dos infiéis.

Na sequência do relato dado por Paulo o que encontramos é uma lista de pessoas que o abandonaram no momento que ele tanto carecia de pessoas ao seu lado, e esta carência é evidenciada no pedido que fez a Timóteo para que o atendesse rapidamente. Portanto, devemos atentar para a grande verdade que, geralmente um ambiente desfavorável é usado como meio de colocar a fidelidade de alguém à prova.

CAUSA E EFEITO

          É preciso que seja feita a devida separação entre os efeitos da deslealdade da sua causa. Ao referir-se à sua causa, estamos buscando conhecer sua origem, sua fonte, ou ainda, sua procedência, mesmo porque, se almejamos solucionar este problema, é preciso trata-la em sua fonte, e não somente os resultados e efeitos. Portanto, buscaremos por meio de informações bíblicas, elucidar a origem do comportamento tendencioso à deslealdade ou infidelidade a Deus e à liderança espiritual.

A origem da deslealdade

          Leiamos Isaías 14.12-15:

Como caíste desde o céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste cortado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus e exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, aos lados do norte. Subirei sobre as alturas das nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo.

Atentemos ainda para o texto de Ezequiel 28.13-17:

Estiveste no Éden, jardim de Deus; de toda a pedra preciosa era a tua cobertura: sardónia, topázio, diamante, turquesa, ónix, jaspe, safira, carbúnculo, esmeralda e ouro; em ti se faziam os teus tambores e os teus pífaros; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti. Na multiplicação do teu comércio encheram o teu interior de violência, e pecaste; por isso te lancei, profanado, do monte de Deus, e te fiz perecer, ó querubim cobridor, do meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti.

Diante dos textos expostos acima é possível perceber não somente por meio de quem o pecado passou a existir, mas a forma que isso se deu, demonstrando acima de tudo, a natureza de todo o mal. A verdade é que no âmago do pecado encontra-se o rompimento de Lúcifer com o Criador, caracterizado por sua rebelião, que manifesta-se por sua incapacidade de submeter-se à autoridade divina.

A origem de todo o mal

          De acordo com as informações dos textos citados é possível notar que Isaías remonta ao principal e maior pecado de Lúcifer, a rebelião contra a autoridade de Deus, enquanto Ezequiel registra a rebelião contra a santidade de Deus. O pecado contra a santidade de Deus não é a origem de todo o mal, mas a rebelião contra a autoridade de Deus, sendo responsável por todas as demais consequências.

A verdadeira queda se dá no momento que Lúcifer se propõe a estabelecer-se acima do trono de Deus, pois com isso ele estava rejeitando a autoridade de divina. Devemos observar que na oração que Jesus ensinou aos seus discípulos existem muitas e importantes lições que buscam sinalizar o meio estabelecido por Deus para combatermos a rebelião contra a autoridade de Deus.

Por exemplo, Jesus afirma, dizendo: “Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu” (Mt 6.10), e ao fazer isto ele está apontando para a necessidade que temos de lutar, inclusive em oração, para que a vontade e o reino de Deus seja estabelecido entre nós, pois somente assim será possível desfrutar suas bênçãos.

A queda do homem

          É interessante que no centro da tentação do primeiro casal reside o mesmo ímpeto de Satanás em levantar-se contra a autoridade de Deus. Ao fazer isso, Satanás tinha pelo menos dois grandes objetivos:  em primeiro lugar, opor-se a Deus e sua autoridade; em segundo lugar, enganar Adão e Eva com a ideia absurda de ser igual a Deus.

Leiamos o relato de Gênesis 3.1-7:

Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? E disse a mulher à serpente: do fruto das árvores do jardim comeremos, mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais. Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela. Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.

É claro que este episódio possui inúmeras lições que poderiam ser listadas aqui, entretanto, nosso ponto encontra-se na promessa absurda da serpente de que o fruto da árvore proibida ao invés de matar seria capaz de transformá-los em seres semelhantes a Deus. É preciso destacar que é neste ponto que a mulher viu aquela árvore como boa para se comer, o que sugere que ela desejou ser igual a Deus, caindo no mesmo erro de Satanás, e ao comer com Adão incorreram também no pecado contra a santidade de Deus.

Conclui-se nesta parte que todo pecado e mal procedem da mesma fonte: rebeldia contra a autoridade de Deus.

DEUS, A FONTE DE TODA AUTORIDADE

          Existem vários textos que tratam sobre o princípio de autoridade no sentido de que ela procede única e exclusivamente de Deus, todavia, nenhum é mais claro que o de Romanos 13.1-7, como se lê:

Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por ele instituídas. De modo que aquele que se opõe à autoridade, resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos condenação. Porque os magistrados não são para temor quando se faz o bem, e, sim, quando se faz o mal. Queres tu não temer a autoridade? Faze o bem, e terás louvor dela; visto que a autoridade é ministro de Deus para teu bem. Entretanto, se fizeres o mal, teme; porque não é sem motivo que ela traz espada; pois é ministro de Deus, vingador, para castigar o que pratica o mal. É necessário que lhe estejais sujeitos, não somente por causa do temor da punição, mas também por dever de consciência. Por esse motivo também pagais tributos: porque são ministros de Deu, atendendo constantemente a este serviço. Pagai a todos o que lhes é devido; a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem respeito, respeito; a quem honra, honra.

Tudo o que Deus realiza é à partir de seu trono, o que denota a ideia de autoridade. Quando indagado a respeito de sua divindade, no momento do interrogatório que antecedeu sua morte, Jesus disse ao sumo sacerdote que dali em diante ele o veria assentado à destra do Todo-Poderoso (Mt 26.62-64), o que firma ainda mais o que estamos destacando no início desta parte.

Todas as coisas procedem de Deus, inclusive toda sorte de reino e autoridade, aliás, todas estas coisas são sustentadas pelo poder de sua Palavra (Hb 1.1-3). Portanto, é necessário que façamos uma distinção entre a autoridade de Deus e seu poder: a autoridade divina o representa, enquanto que o seu poder o apresenta, isto é, é a manifestação de seus atos..

O texto de Paulo é muito claro em afirmar que Deus é a fonte de toda autoridade, e que toda autoridade estabelecida pelo Senhor lhe serve como instrumento ou ministro para o cumprimento de um propósito por ele pré estabelecido. Sendo assim, conforme o apóstolo também afirma, rejeitar ou ainda se opor a qualquer autoridade por Deus estabelecida, é se voltar contra o próprio Deus, uma vez que ninguém possui autoridade em si mesmo, antes o que têm procede de Deus e de certa forma trata-se de um representante seu na terra.

         Diante desta rápida e resumida análise sobre este importante tema, o que se conclui é que, o problema da deslealdade não procede apenas de atos isolados, mas de uma origem que vai além do mundo material e natural. Sendo assim, é fundamental que ao tratar de qualquer assunto ligado a problemas desta natureza, deve ser observado o fator origem, causa e fonte, e não somente frutos e resultados.

Além disso, devemos sempre nos lembrar que Jesus é o maior exemplo de submissão, e não somente isso, Ele também é o único meio para que possa ser quebrada a maldição da rebelião contra Deus, iniciada no céu com Lúcifer e manifestada na raça humana, na queda do primeiro casal, conforme lemos em Lucas 22.41-42:

E apartou-se deles cerca de um tiro de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava, dizendo: Pai, se queres, passa de mim este cálice; todavia, não se faça a minha vontade, mas a tua.

Portanto, somente em Cristo podemos cumprir o ministério sob os critérios bíblicos e de forma que glorifique a Deus, inclusive no combate a esta maldição e também no exemplo a ser seguido.

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