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Portanto, neste Natal, celebremos o nascimento de JeO NASCIMENTO DE JESUS

Portanto, neste Natal, celebremos o nascimento de JeO NASCIMENTO DE JESUS

A vida é, sem dúvida, um grande e misterioso milagre!

O nascimento de uma criança traz consigo múltiplos sentimentos, renova a esperança, fortalece vínculos, aproxima pessoas, além de tantos outros benefícios. Ao longo de toda narrativa bíblica somos informados de nascimentos importantes que marcaram inúmeros acontecimentos históricos e proféticos.

Entretanto, nenhum nascimento supera ao de Jesus, e isso por razões relevantes e com importâncias eternas que se manifestam na realidade da criação. A grandeza da importância deste acontecimento pode ser definida no fato do anúncio dado pelos anjos (celestiais) aos pastores (seres humanos simples), ou seja, a manifestação do eterno e celestial a homens, meros mortais (Lc 2.8-14).

O nascimento de Jesus é um fato, não podendo ser questionado e muito menos contestado. Sua importância histórica é sem precedentes e sua influência espiritual é eterna, portanto, imensurável. Todavia, é preciso uma avaliação bíblica e criteriosa sobre o verdadeiro sentido deste glorioso acontecimento.

Em Isaías 9.6 temos a seguinte informação profética: “Porque, um menino nos nasceu, um filho se nos deu…”. Por meio deste importante verso somos colocados diante da humanidade (menino) e da divindade (filho) de Jesus, e este é o grande mistério que envolve o nascimento de Jesus, por meio do qual o propósito de sua vinda pôde ser cumprido de forma eficaz.

POR QUE JESUS TEVE DE NASCER?

Quando indagado por João Batista a respeito de ser batizado por ele, Jesus falou que a ele convinha cumprir toda a justiça (Mt 3.15), e isso demonstra que Jesus veio para cumprir a vontade de Deus e a lei (Mt 5.17; Jo 6.38). Da mesma forma, o nascimento de Jesus é mais do que um acontecimento histórico, não podendo ser avaliado e nem mesmo celebrado isoladamente, isto é, sem considerar o seu real e verdadeiro propósito.

Devemos sempre nos lembrar que o nascimento de Jesus não é um fim em si mesmo, mas um dos meios pelos quais ele cumpriu um propósito maior.

Quebrando uma maldição

Em I João 3.8 está escrito: “… Para isto o Filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo”.

Em seu contexto, estas palavras são escritas numa análise que João está fazendo sobre o pecado, por isso, as principais obras que Jesus veio desfazer são as do pecado, conforme as palavras de João Batista às margens do rio Jordão: “… Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo!” (Jo 1.29)

Em linhas gerais o pecado começou com o desejo e a tentativa de Lúcifer tornar-se semelhante a Deus (Is 14.12-15); e, da mesma forma, Eva foi tentada nesses termos pela serpente, pois a promessa foi que, caso comesse do fruto proibido, ela e seu marido passariam a ser como Deus (Gn 3.4-5). O pecado tem suas raízes na vaidade que é traduzida no desejo do homem ser mais do que realmente deve ser, mais do que seu próximo, e o que é pior, mais do que o próprio Deus.

Em contraste a isso, o Filho de Deus, para cumprir o propósito de Seu Pai, abriu mão de Sua glória, tornando-se semelhante aos homens, conforme lemos em Filipenses 2.5-8:

De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus, que, sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual à Deus, mas a si mesmo se esvaziou, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens. E, achado na forma de homem humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.

O texto paulino é claro em revelar a gloriosa e surpreendente verdade que Jesus tomou o caminho inverso do homem, pois se este querendo ser igual a Deus contribuiu diretamente para que o pecado e suas consequências entrassem no mundo, já o Filho de Deus, abrindo mão de Sua glória, se fez como um de nós, para resolver o problema do pecado e de suas consequências. E, claro, isso só foi possível por meio do seu nascimento na pequenina e – aos olhos humanos – insignificante cidadezinha de Belém.

Um Sumo Sacerdote compassivo

Leiamos atentamente o texto sagrado de Hebreus 4.15-16:

Pois não temos um sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas, porém um que, como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado. Cheguemo-nos, pois, com confiança ao trono da graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.

Estas palavras confortam e nos assegura que não estamos sós em meio às dificuldades inerentes a esta vida. O escritor desta carta afirma que podemos nos achegar a Deus com base na verdade de que temos um Auxiliador que, além de ser o Filho de Deus, isto é, o próprio Deus, Ele também possui a prerrogativa de conhecer nossos dramas e nossas dificuldades, afinal, Ele esteve deste lado, e isso é o que dá a Ele condições de se compadecer de nós.

O texto nos diz também que “em tudo Ele foi tentado”. A expressão tudo envolve todas as áreas, inclusive as limitações humanas, mas com a diferença de nunca ter cedido a nenhuma delas. É exatamente o fato de ter atravessado por todas estas tentações é que dá a Jesus condições de interceder por nós e que, por sua vez nos dá condições nos aproximarmos de Deus confiados de que a seu tempo seremos atendidos.

Mais uma vez é preciso destacar que Jesus só pôde ter sido tentado e ter passado pelas limitações humanas porque nasceu. Portanto, mais uma vez exalta-se o valor e o verdadeiro significado de Seu nascimento.

Conclusão

Vários acontecimentos buscaram afastar Jesus de Sua maior missão na terra, como na ocasião em que repreendeu veementemente a Pedro que não aceitava a ideia de Sua morte (Mt 16.22-23). Ele deixou claro a Maria – sua mãe – que sua prioridade era cuidar dos negócios de Seu Pai (Lc 2.48-49).

sus, mas sempre tendo em vista seu maior propósito: o cumprimento e a execução do plano divino em salvar e resgatar aos que se haviam perdido.

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