0
  • Carrinho Vazio

    Você não tem nenhum item no seu carrinho de compras

0
  • Carrinho Vazio

    Você não tem nenhum item no seu carrinho de compras

Enter your keyword

post

Espiritualidade é a busca do homem por comunhão com Deus

Espiritualidade é a busca do homem por comunhão com Deus

Espiritualidade é a busca do homem por comunhão com Deus. Infelizmente, muitos são os que não conseguem ir além do desejo de alcançarem  essa tão desejada espiritualidade, e isso se dá porque alguns a buscam por meios equivocados, enquanto o fazem.

A Bíblia nos fornece os meios pelos quais é possível alcançarmos uma espiritualidade equilibrada e eficaz, que resulta um profundo e verdadeiro relacionamento com Deus, tendo como principais frutos um bom relacionamento com as pessoas, consciência do verdadeiro papel da Igreja na terra e disposição para cumpri-lo.

Quando alcançada, a espiritualidade é capaz de produzir, do ponto de vista individual, cristãos saudáveis que influenciará positivamente a vida prática da Igreja, coletivamente. Ao orientar Timóteo sobre sua função pastoral, o apóstolo Paulo enfatizou a necessidade do ser exemplo dos fiéis (II Tm 4.12), nesse caso, uma Igreja espiritual será resultado também de uma liderança espiritual.

 Essa tão necessária espiritualidade encontra-se fundamentada em duas grandes verdades, a primeira é que ela é fruto de uma obra direta de Deus no interior do obreiro, já que por si mesmo o homem não tem disposição em busca-Lo (Rm 3.11), e a segunda é que, para que ela seja alcançada, esse obreiro deve ter disposição para responder positivamente à essa ação divina (I Ts 5.17).

O obreiro deve ter a espiritualidade como um dos seus principais ideais, não somente na condição de ministro, mas principalmente como cristão. No entanto, esse ideal não deve ser limitado apenas à individualidade do obreiro, mas deve ser movida pela necessidade vital da Igreja, pois do ponto de vista bíblico e histórico, a Igreja sempre dependeu e esperou por obreiros e líderes espirituais para dirigi-la.

A principal marca de um obreiro espiritual é que, tanto seu ministério – desenvolvido publicamente – como sua individualidade estão fundamentados em princípios, práticas e propósitos espirituais, resultantes de uma comunhão saudável com o Senhor. Muitos são os obstáculos que surgem à frente dos que desejam alcançar essa tão necessária espiritualidade, principalmente aqueles que são característicos do tempo em que vivemos.

Conhecendo seu próprio tempo

 É fundamental que o obreiro conheça o seu próprio tempo, porque é dentro desse tempo que ele é convocado a cumprir seu ministério e com isso ele pode identificar os principais anseios, expectativas e problemas das pessoas em sua volta, podendo assim, apresentar-lhes a solução por meio da Palavra de Deus.

Escrevendo a Timóteo, o apóstolo Paulo destacou diversas marcas de um tempo que trariam muitos desafios à Igreja e principalmente aos líderes do Corpo de Cristo (II Tm 3.1-9). Em face de tantos desafios, o apóstolo orientou ao jovem obreiro que seguisse seus ensinamentos, que fundamentalmente o encorajava a uma vida de piedade, submissão a Deus e Sua Palavra, frutos de uma espiritualidade equilibrada e eficaz (10-17).

 Não há dúvida de que chegamos a esse tempo previsto pelo apóstolo dos gentios e que, tanto a Igreja como seus líderes precisam conhecer suas marcas, caso queiram de fato influenciar essa geração anti-Deus. Ao referir-se sobre o perfil desse tempo, o pastor e teólogo D. A. Carson o definiu da seguinte forma:

O ethos pós-moderno tende a ser anti-absolutista, a encarar com suspeita alegações de verdade, e a ser extremamente aberto ao relativismo. Tende a adotar abordagens terapêuticas à espiritualidade e – seja a despeito de individualismo do legado ocidental, ou talvez por causa dele mesmo – geralmente se sente atraído por plenitude comunitárias.

            Ao propormos uma simplificação dessa definição, somos colocados diante de uma tentativa quase que generalizada em desconstruir o absoluto, negar a verdade única, a imposição de um viver sem a necessidade de um padrão pré-estabelecido, e finalmente, uma espiritualidade fundamentada em muitos caminhos e possibilidades.

Além de pós-moderno, o nosso tempo tem sido conhecido também como “pós-cristão”, em virtude de que em sua base ele procura negar tudo o que é absoluto, passando a negociar o inegociável, do ponto de vista bíblico e moral. Com isso, o obreiro que deseja manter-se fiel a Deus e conduzir a igreja a isso, deve em primeiro lugar identificar os grandes desafios desse tempo e providenciarem os meios necessários para vencê-los.

A pós-modernidade é o movimento da cultura que rejeita os valores da modernidade e vê com desconfiança os princípios racionais supostamente universais que foram desenvolvidos em tempos passados. Sendo mais claro, o mundo pós-moderno desvaloriza a lógica e o sentido das coisas, sempre enfatizando e valorizando aquilo que foge à regra e ao padrão pré-estabelecido.

A pós-modernidade vem para suplantar o que havia sido estabelecido, trazendo em seu bojo a ideia de fim ao básico, estrutural, único e isso em todos os sentidos da vida, desde o religioso até o moral. A pós-modernidade possui seus pilares fundamentais que promovem seu principal ideal de destruir tudo o que básico e fundamental que foi construído ao longo de toda a vida.

            Por exemplo, a pluralização é um braço da pós-modernidade que visa o abandono daquilo que é padrão, valorizando e impondo um estilo de vida pautado na extravagância em tudo o que envolve a vida._______________________________________________

Comentários no Facebook

No Comments

Add your review

Your email address will not be published.